CCN esclarece polêmica sobre suposta expulsão de Gisele Padilha
Qui, 17 de Maio de 2012 20:28
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Militantes, amigos companheiros (as) negros (as) de luta!
Assunto: Esclarecimentos sobre a suposta expulsão de Gisele Padilha do CCN.
Minha luta é por uma "sociedade democrática livre onde todas as pessoas de todas as raças vivam juntas em harmonia e com oportunidades iguais". Nelson Mandela
Vitórias para povos Awá-Guajá reforça os direitos dos povos tradicionais
Qua, 18 de Abril de 2012 18:17
| Author: Administração
Decisão foi proferida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª região. O Tribunal reconheceu a terra como sendo tradicional, com fundamentos muito consistentes; determinou que a UNIÃO e FUNAI promovam o registro da área demarcadano cartório e na Secretaria do Ministério da Fazenda; e, no prazo de um ano, a contar da intimação do julgamento, remover os não-índios que se encontram no interior da terra demarcada, além do cumprimento das demais determinações oriundas da sentença recorrida. Última atualização ( Qua, 18 de Abril de 2012 18:42 ) Nota de repúdio às violações de direitos humanos em quilombos.
Seg, 16 de Abril de 2012 14:41
| Author: Administração
Além das denúncias de morte de quilombolas no Maranhão divulgadas no ano passado, várias denúncias de ameaças, despejos e atentados contra comunidades quilombolas e indígenas do Maranhão tem sido veiculadas nas redes sociais, imprensa local e nacional sem maiores repercussões. No começo do ano, informações davam conta de que integrantes da comunidade quilombola de Salgado, localizada no Município de Pirapemas, região central do Estado, estariam ameaçados de morte por fazendeiros da região; que a referida comunidade teria sido vítima de atentado por envenenamento coletivo em vista de que foram encontrados galões de veneno dentro do poço de água que abastece a mesma. No final de 2011, causou indignação a notícia de que uma criança indígena da etnia Awá-Guajá foi queimada viva por grileiros e madeireiros da região. Segundo o CIMI, a Funai foi informada desse episódio no mês de novembro. Contudo, após ampla divulgação, a FUNAI não confirmou as denúncias. Tais denúncias não são fruto do acaso. Surgem em um contexto de expansão dos grandes projetos desenvolvimentistas. Alguns deles são executados pelo próprio estado, outros, de iniciativa do setor privado, recebem subvenção ou financiamento estatal para sua implantação. Esses grandes projetos também ocasionam graves impactos sócio-ambientais nas regiões que estão implantados. Construção de hidrelétricas e os cultivos de monoculturas de soja, cana e eucalipto necessitam de grandes extensões de terra. Quilombolas, indígenas, posseiros tradicionais estão inseridos nesses territórios. A especulação imobiliária e a disputa pelos territórios pertencentes a essas comunidades são a causa direta das ameaças, atentados e mortes de quilombolas e indígenas. Em visita ao Maranhão, por solicitação de diversas entidades da sociedade civil organizada, o Programa Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos ameaçados decidiu por incluir 21 pessoas. Todas elas ameaçadas em virtudes de conflitos agrários no Estado, originados pela crescente expansão de um modelo de desenvolvimento que só inclui os detentores do capital, e exclui e marginaliza grande parte das populações locais. O Estado do Maranhão, de forma explícita e sem qualquer constrangimento, tem incentivado a implantação desses grandes projetos. O elitismo, que informa essa perspectiva de desenvolvimento, concorre para a violação de direitos humanos na medida em que não leva em consideração o conhecimento que, tanto quilombolas como indígenas, tem dos recursos naturais, a própria reserva de biomassa que a preservação de seus territórios tradicionais proporciona, assim como também desconsidera esses sujeitos sociais como cidadãos, como seres humanos detentores de direito à vida e à manutenção de sua condição de sujeitos coletivos inclusive garantidos constitucionalmente como grupos formadores da sociedade brasileira. Tanto a ação (ao incentivar essa política de desenvolvimento) quanto a omissão (ao não proporcionar a devida proteção a esses grupos) escancaram o caráter da dominação de classe e o racismo a que o estado brasileiro ainda está submetido apesar de todos os avanços políticos obtidos pela mobilização social de sujeitos coletivos, dentre os quais quilombolas e indígenas, que lutam por uma sociedade mais justa. Em reportagem publicada no endereço eletrônico do jornal Brasil de Fato, o jornalista Vinícius Mansur, aponta que, segundo levantamento técnico do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados, o orçamento de 2012 prevê R$ 4,6 bilhões para a função Organização Agrária – que inclui, por exemplo, gastos com concessão de crédito – instalação de famílias assentadas e implantação da infra-estrutura básica em projetos de assentamento – o que representa cerca de 0,22% das despesas totais da União”. Prossegue o jornalista afirmando que “o orçamento de 2012 para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) apresenta uma redução de 7,5% em relação a 2011 e de 12,2% em relação a 2010". No Estado do Maranhão, infelizmente, a situação não é diferente. Apesar do acréscimo de cerca de 1,2 bilhão de reais no orçamento de 2012, em comparação com o ano passado, o Instituto de Terras e Colonização do Maranhão (ITERMA) possuirá apenas 7 milhões de reais para execução da política de regularização fundiária, o mesmo valor destinado em 2011. Na contramão, a Secretaria de Comunicação Social terá à sua disposição mais de 50 milhões de reais para realizar propaganda institucional das ações do governo estadual. No ano passado, esta mesma secretaria de Estado, em 2011, possuía cerca de 34 milhões de reais. Destarte, diante de todas as sistemáticas denúncias de ameaças e atentados contra comunidades quilombolas no Maranhão vem o Centro de Cultura Negra manifestar que as mesmas necessitam da profunda e célere investigação por parte dos órgãos competentes, a fim de, se comprovadas, os responsáveis serem severamente responsabilizados por tais atos. Ademais (e não é de hoje que o CCN aborda este tema), faz-se urgente uma revisão no modelo de desenvolvimento implantado no Brasil. É este modelo que proporciona a concentração de terras nas mãos de grandes empresas, ocasionando expulsões, despejos e ameaças. O estado brasileiro necessita adotar um modelo que proporcione o desenvolvimento amplo e inclusivo, que proporcione o bem-estar e a garantia dos direitos humanos de quilombolas, posseiros, sem-terras, indígenas, pescadores artesanais e demais comunidades tradicionais sem políticas públicas efetivas ao longo de séculos.
CCN e Pague Menos fazem alegria da criançada
Qui, 05 de Janeiro de 2012 13:15
| Author: Administração
Brinquedos foram doações de clientes e colaboradores da Farmácia Pague Menos.
O último dia do ano foi especial para centenas de crianças que compareceram à sede do Centro de Cultura Negra do Maranhão, no bairro do João Paulo; em parceria com a Farmácia Pague Menos o CCN-MA distribui centenas de brinquedos para os pequeninos.
Última atualização ( Qui, 05 de Janeiro de 2012 14:12 ) |
CCN promove a 33ª Semana do Negro
Qua, 09 de Maio de 2012 15:20
| Author: Administração
As atividades vão de 07 a 15 de maio. Ao longo dos seus 32 anos o Centro de Cultura Negra, localizado no bairro do João Paulo, luta pela promoção e garantia da população negra. Entre as várias formas desta promoção destca-se a Semana do Negro do Maranhão, que está em sua 33ª edição, e tem como tema: Dignidade e Cidadania para o Povo Negro.Quilombolas se unem na defesa de seus territórios
Qua, 18 de Abril de 2012 14:42
| Author: Administração
A manifestação é contra a Adin 3239 que será julgada dia 18, nesta quarta-feira, pelo STF Representantes de quilombolas e de entidades do movimento negro estão Para recarregar as baterias...Akomabu promove feijoada sábado, dia 03
Qui, 01 de Março de 2012 19:19
| Author: Administração
A feijoada é a grande confraternização do Gigante Negro.
Uma tradição que beira duas décadas e que reúne todos os amantes da cultura afro-maranhense acontece neste sábado, na sede do Centro de Cultura Negra do Maranhão, é a tradicional feijoada do Akomabu. E a programação da festa promete agradar... Além desse delicioso prato da cozinha brasileira- há quem diga que a feijoada é originária das senzalas- terá ainda o concurso mais esperado do ano, o “ Piranhas e Moleques” que este ano está debutando. Então se você é guerreiro(a) Akomabu não pode ficar de fora. Terá premiações, muita agitação com o Bloco Afro Akomabu, vencedor do troféu São Luis 400 carnavais. E aí quem vai??? Esperamos você. Porque a cultura não pode morrer. Projeto Art Erê é aprovado pelo Criança Esperança
O convênio tem previsão de inicio em janeiro de 2012. O Projeto Arte Erê: Despertando as habilidades artísticas e culturais é um dos projetos selecionados pelo Criança Esperança, para apoio em 2012. Atualmente, o Art Erê está sendo desenvolvido através de oficinas de inclusão digital, habilidades artísticas e atividades lúdicas com matérias recicláveis e de práticas pedagógicas, sendo mais uma iniciativa educacional do Centro de Cultura Negra do Maranhão (CCN), pretende ser mais uma estratégia local que compõem o Sistema de Garantia de Direitos (SGD) na promoção e defesa do direito à convivência familiar e comunitária saudável.
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